05 maio 2013


ESTÁDIOS E CURRAIS POLÍTICOS
“Nunca se sabe com quantos paus se faz uma canoa, mas o grupo de afogados imaginou que soubesse”.  (Autor Próximo) alerme@ig.com.br
          
     A preocupação com os megaeventos brasileiros é protegida, sem eira nem beira, pela felicidade do povo brasileiro, neste caso, muito bem incensada. Tudo que está sendo feito é para a felicidade geral da Nação. Os eventos foram vendidos com este objetivo específico. As exigências da FIFA e do COI foram simplesmente repassadas, a alguns, “donos” do governo brasileiro. Seja lá o que houver, eles não terão prejuízo.
     A nosso juízo os estádios foram espalhados estrategicamente sobre o País, contemplando governos cujos partidos são do atual poder (decano), sem tirar nem pôr. Partidários e aliados do governo receberam este luxo para dar a impressão que todo o território está dominado por eles. Neste espaço, o futebol e os esportes olímpicos, se dizem contemplados.
    As transações de jogadores, por altíssimos valores, movimentam todo o amplo negócio do futebol. Os clubes e devedores do erário seguem sendo agraciados com verbas públicas e com mágicos pagamentos de suas dívidas. Não importa o patamar que estejam. Todos vivem os mágicos momentos do poder próprio absoluto e permanente.
   Atletas do futebol estão sempre em prioridade na mídia e seus direitos de imagem são inflados pela atitude comercial dos grandes veículos e suas espetaculares agências de publicidade e marketing. Os demais atletas têm a sua visibilidade momentânea, na forma de sua desimportância. Só serão valorizados ou espoliados em 2016, quando já tiver ocorrido a Copa do Mundo.
     Está uma das verdades que vivemos pelo gosto popular e coletivo da bola rolando. Nada errado. Somos prisioneiros da emoção.
     A sociedade brasileira é um zero à esquerda. Não foi perguntada a respeito, mas foi um “desrespeito” não ter sido esclarecida.


*         "Deitado eternamente, o amor mente sozinho”. Sem beijos.
*      Os clubes de futebol da cidade possuem seus problemas, mas são os seus dirigentes os que vivem e sobrevivem dentro do mar de jogos que fazem ou que aguardam fazer. Sem calculadora, tornou-se impossível, cumprir metas e sonhos. Vira e mexe aparece a paixão versus administração.
*      Os atletas pelotenses têm uma inquebrantável energia para seguir fazendo o que mais gostam: competir. Das lutas à natação, passando pelo atletismo e corridas de rua, o espírito e a qualidade de alguns, projetam Pelotas. Falta marketing institucional para eles.
*      Nunca se imaginou que alguém fosse criar uma “caxirola” para ser oficialmente conduzida à condição de “instrumento da Copa”. Pois aconteceu. Carlinhos Brown brindou a todos com este problema. Na Bahia o instrumento xarope estreou dentro do gramado. Coisa dispensável.
*      Quem diria, o jogo inaugural da Copa do Mundo será na nova arena corinthiana. O estádio caiu no colo. Eles não têm culpa alguma.
*      Faltam 13 dias para a inauguração do estádio de Brasília. Nada garante que não haverá novo aporte de verbas públicas.
*      O Brasil vai aproveitar os megaeventos para difundir a cultura das festas juninas. Junho de 2014 coincide com as festas. Ótimo evento para apresentar ao mundo a “dança da quadrilha”. Veio a calhar.
*      Será que a Formula Indy realizada em S. Paulo teve o público esperado? A Band e o brasileiro Hélio Castro Neves (foto) apostaram alto.


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