21 abril 2012

ESTOURANDO ORÇAMENTOS

"A política é a arte do agora que se movimenta com celeridade, para inventar as artimanhas do futuro". (Autor Próximo) alerme@ig.com.br  



O esporte brasileiro é um arremedo de planejamento. Só não é pior porque a mídia precisa sobreviver e faz de cada episódio, um mar de coletividade. Porém, a verdade é mais cruel. Como grande cenário está a corrida pela excelência de poucos e a ganância descontrolada de muitos. Dentre estes os políticos e os grandes recursos despejados pelas empresas estatais, sem que haja preocupação com a prestação de contas.

Os órgãos controladores levantam sérias dúvidas quanto à competência e a eficiência do trabalho dos tomadores de recursos públicos. Eles são colhidos e recolhidos pelos que tem bons padrinhos, muito antes de terem destinos condizentes com os seus objetivos. Entre a liberação dos subsídios e a chegada ao destinatário final existe quem atravesse e quem não está nem aí para justificar legalmente para onde foi o dinheiro arrecadado.

Outro grave problema é o modo como os recursos são gastos em duplicidade, com vários padrinhos e apadrinhados na mesma festa. As verbas para o esporte são, por seus pífios resultados na base, um acinte e contrariam a lógica. A mistura desavergonhada da emoção desportiva, com a canalhice de envolver políticos e campanhas eleitorais ferem a todos.

Alguns locais já extrapolaram, por exemplo, o caos administrativo e técnico dos seus projetos, de modo que, um sim e outro também, vão além do previsto. O modo frouxo na fiscalização das grandes obras da Copa 2014 é retrato dos descuidos que liquidam e ampliam orçamentos. Tudo preparado para dispensas de licitação, logo adiante.

No Distrito Federal, Rio, São Paulo e noutras tantas cidades brasileiras que sediarão os jogos da Copa, os orçamentos estouraram.

Do Esporte escolar e incentivo na base, só pessoas conscientes falam!





* "Só o amor sobrevive à paixão". Com Beijos!

* Estivemos impedidos de editar nossa coluna, por três semanas, em virtude de problemas de saúde. Ainda bem que Deus nos permitiu ter a família ao lado e profissionais competentes para tratar-nos. A todos agradecemos pela dedicação. Em tempo: cuidado com a próstata, o desconforto é grande, mas o perigo maior ainda.

* O E. C. Pelotas sem o trauma de rebaixamento pode investir na conservação das suas conquistas administrativas e organizacionais, fora do campo de jogo. Para cada disputa mal sucedida, sempre haverá cobrança. Preserve-se o que pode evoluir no clube, antes mesmo de achar um time.

* No período no qual estivemos fora das páginas esportivas de segundas-feiras, aqui no DM, pudemos constatar que em termos de escândalos, muita coisa apareceu e segue bem mal explicada. E, infelizmente, anda, gira e mexe, cruza pelo campo desportivo. A Copa e as Olimpíadas seguem com seus mandos e desmandos.

* O Sr. Ricardo Teixeira saiu muito bem dos seus estranhos mandatos e supostas maracutaias com o dinheiro do futebol brasileiro. Saiu rindo e ainda deixou a “paulicéia desvairada” brigando para comer o bacon sem matar o porco. Vai seguir tudo, pior do que antes. Aguardem e verão.

* Os elefantes brancos serão heranças malditas da era Lula/Dilma, que para variar, cumprimentam com o chapéu alheio. Manter estádios e seus legados de altos custos de manutenção é uma fria.

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