04 abril 2014

ESPORTE NA ECONOMIA
"As oportunidades oferecidas com grande alarido, nem sempre correspondem aos seus objetivos".(Autor Próximo) alerme@ig.com.br
         
     Uma diferença entre os atletas individuais dos demais esportes brasileiros, em relação ao futebol, é que início e final de temporada, não são demarcados por grandes transações entre eles. O alto rendimento não significa quantias fabulosas de troca de clube, marca ou de treinadores. Não há demanda represada. Existe carência permanente.
     Uma parte desse espelho pode mostrar, também, a diferença entre os espaços de agentes de esporte coletivo - futebol - com as enormes cifras que abrigam, pagam e agenciam, os esportes olímpicos. Cada um a seu critério corre para abocanhar sua parte da economia global. Este conflito de poder entre FIFA e COI é disputado, taco a taco.
     Porém, a velocidade com que esta busca de recursos ocorre é um marco diferente. A FIFA exibe seus números e anda à frente, dos seus próprios planejamentos. Vende produto pronto e aceito mundo a fora. O Comitê Olímpico Internacional parece mover-se mais vagarosamente. Mas, habita o universo dos grandes atrativos esportivos e financeiros, de forma igual.
     É incrível que a economia de serviços - do Planeta -  tenha abocanhado este filão a céu aberto, com tanta naturalidade. O poder político que é gerado neste turbilhão, às vezes, sim, outras, não, preocupa algumas entidades internacionais. Governos nem sempre fiscalizam com acuidade, o resultante de tanto atropelo e de tanto mando em terra alheia. Ou não?


*     "De palmas abertas e com palavras certas, ontem e hoje". Sem beijos!
*     O São Paulo F. C./SP tem no balanço financeiro do ano de 2013 vários itens de receita, com dados interessantes levantados pelo blog do José Cruz, no UOL, retirados do próprio documento do clube.
*     A maior receita é a de "Negociação de Atletas" com R$ 147,9 milhões e quase o dobro dos "Direitos de Imagem e TV" (R$ 72,2 milhões). "Publicidade e Propaganda", a seguir com R$ 33 milhões.
*     A "Venda de Ingressos" é o quarto item, com R$ 25,4 milhões. "Licenciamento de Marcas", com R$ 15,5 milhões e "Sócio Torcedor" que gerou R$ 7 milhões de arrecadação. O dado contábil é financeiro- patrimonial e publicado pelo Clube. Estamos falando de S. Paulo/SP.
*     Lá por 2008, o programa sócio torcedor do clube tinha em torno de 42 mil contribuintes pagantes. Estes números fariam hoje, a alegria de qualquer clube do interior do RS. Vê-se que o caminho a percorrer é longo e talvez, por ora ou a médio prazo, inatingível.
*     O S. C. Internacional completou 105 anos de atividades com dois momentos de duas festas, habilmente separados em comemoração e futebol. Muito bem pensado. Parabéns aos seus torcedores.
*     Dr. Cláudio Fabrício Montanelli levantou voo rumo à Brasília/DF. Vai estar ali, ali, com os marimbondos de fogo. Se voltar sem ser picado, já poderá voltar no lucro.Uma coisa é certa: a Capital, nunca mais será a mesma. Quem viver verá.
*     Os alarmistas, nem bem chegou o primeiro grande evento, já não são tão combatidos assim. A inflação vai comer o título do Brasil e os discursos oficiais entredevoram-se.

*     O futebol brasileiro vai ser posto em cheque, apenas dentro do campo. O ator principal é Luis Felipe Escolari. Se perder, perde tudo. Fica apenas com a sua consciência, isto se os milhões de torcedores brasileiros, não a comerem com farofa. 

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