28 março 2014

PROFISSIONAIS E AMADORES
"Os grandes homens se eternizam com suas obras e os benefícios, com seus enormes lucros tirados de muitos".(Autor Próximo) alerme@ig.com.br
         
     A identidade de um atleta de alto rendimento é fornecida pelos seus resultados competitivos. A sua imagem pessoal tem muito a ver com sua assessoria. Quem tem, está sempre em evidência. Mostra sua personalidade e seu caráter, através de ações pontuais planejadas. Visita entidades beneméritas e colabora com elas. Tudo sob supervisão.
     Fora desse jogo de cena, a sua dinâmica é de exigência máxima. Até o seu descanso vem em relação aos seus sonhos de vitória. O futuro é dividido com pesquisas técnicas e científicas e a evolução dos seus concorrentes diretos. Os técnicos e os seus apoiadores cuidam desta parte. Mas, a vida continua e as preocupações crescem.
     A seleção das disputas de nível igual ao seu é um procedimento que depende do quanto ele tem de recursos financeiros. Os patrocinadores e o seu ranking são indicativos de onde ele será exigido. O seu trabalho é feito por escolhas alheias, de quem lhe é próximo e do que precisa treinar. Sem esta conjugação, seu ritmo quebra e seus resultados, idem.
     Esta vida, com exigências menores e outro nível de anseios é quase a de um "atleta amador". Em denodo e perseverança, a fibra de um e outro são idênticas. Os amadores merecem tanto respeito quanto os demais. São competidores optantes e moram na cidade. Podem ser vistos e incentivados. Estão na Carta, mas na sua última linha. É uma lástima. Não deveria ser assim.


*     "Ouvir com extrema atenção é massagear o coração". Com beijos!
*     O esporte como símbolo de saúde se opõe aos casos de morte. As estatísticas, no entanto, são feitas nos fatos que têm visibilidade.
*     A busca do sucesso esportivo leva para alguns, exageros que não são rastreados a tempo.
*     De novo, a história do futebol gaúcho é canalizada para as duas grandezas clubísticas e econômicas, da capital. O GEB tirou lasca, mas não pôde segurar a onda. Como campeão do interior, no entanto, volta ao brasileiro e à Copa do Brasil. Merecidamente!
*     Contrapondo ao que escrevemos nesta coluna, sobre fórmulas de campeonatos, um amigo falou: -" para quem perde, não há fórmula, nem calendário que sirva, independente da grandeza que tiver". Concordamos.
*     Os legados da Copa de 2014 e dos Jogos de 2016 são cada vez mais ágeis nos canetaços e mais céleres ainda, nos prazos marcados e remarcados. Este custo todo virá para o bolso dos pagantes, a débito.
*     A inflação, primeira certeza, já mudou de tom e de patamar. Este "turismo" não vai embora. Anda de maquininha nos supermercados e balcões. Toing!
*     As Medidas Provisórias é bom que se saiba, são instrumentos que cabresteiam  o verdadeiro debate político-legislativo. Estão fantasiadas de governabilidade, mas só dirigem os espólios de menor valor.
*     Michel Platini (foto), é a nova aposta de Joseph Blatter, a partir de 2015. Ninguém quer deixar de entrar na história da maior e "melhor Copa de todos os tempos"

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