15 agosto 2012

MUDANDO A PREMIAÇÃO

“A vida tem destas coisas, olhe só nós por aqui, perdidos noite por noite assistindo propaganda política”. (Autor Próximo) alerme@ig.com.br  



Interessante movimento extra-olímpico se prepara para modificar os conceitos de premiação de medalhas nos Jogos Olímpicos. O Comitê Internacional tem como base na Carta Olímpica que sua competição é entre atletas. Isto significa que não há uma preocupação em premiar países participantes, apenas aos seus atletas. Parece simples, mas existe muito mais para os “países” do que para os atletas.

O caderno de encargos para sediar a competição, não é entregue aos atletas. O número de medalhas é de acordo com os atletas de cada um dos países. As inscrições e a relação final têm prazo e modos de acesso, os países não podem mudá-los, mas competem entre si nos mundiais de cada modalidade usados como forma de qualificação de suas delegações.

Há exigências explícitas para atendimento do serviço de comunicação com o fim de manter as informações e as notícias sobre o acontecimento. Logo, a mídia tem sua parte primordial no evento. Como criticá-la por criar convenções para avaliar países e atletas? O COI não se guia por elas, mas fica contente do falatório a respeito, durante quatro anos.

Pode ser necessário mudar os conceitos de premiação, mas jamais serão alterados, a não ser por imposição ditatorial. A imprensa e a sua parte “midiática” vai sempre estabelecer os modos como contarão e falarão sobre a competição. Até chegar ao atleta, esta discussão vai levar alguns anos

para representar muita coisa ou algo de grande valia.

Para avaliar países e atletas é preciso bons planejamentos, idéias claras sobre o que é Esporte. É necessário entender a mecânica de sua formação e, principalmente, deixar a irritação de lado quando alguma tabela classificatória for “politicamente” desfavorável. Isto é ser chinfrim!





* "Mudando o tempo, trocando a fisionomia". Com ou sem Beijos!

* Morreu no sábado o sonho da medalha olímpica no futebol em Londres 2012. Romário foi um que aproveitou para deitar veneno na vaca morta.

* Índices de aumentos avançam. As aposentadorias despencam.

* No Brasil, nos próximos jogos as competições coletivas dariam direito a onze medalhas no futebol, seis no voleibol, e assim por diante, no “quadro de medalhas”. Em princípio, seis por meia dúzia, até certo ponto.

* Você já tem candidato? Que ninguém se apresse. São apenas teclas. O aperto será seu por quatro anos. Compulsoriamente!

* Pelotas fora do circuito de cidades que podem ser sub-sedes da Copa do Mundo. Nem tudo é mera coincidência, apenas modorra.

* Como faremos para conceituar a passagem do Brasil Olímpico por Londres? Ou não pode?

* Mais do que contar os milhões gastos (ou jogados fora), seria quantificar quantos alunos têm acesso ao esporte em sua região escolar e no seu currículo. No alto rendimento é mais fácil... se houver.

* O Presidente do Conselho Federal de Educação Física, Jorge Steinhilber, defende mudanças na distribuição de medalhas olímpicas. O COI não trabalha com estas convenções ou invenções midiáticas, mas chama ao pódio somente atletas. Na Carta Olímpica a competição é entre atletas. Nunca tinha lido sobre tão petulante conceito. A mídia não pode usar estatística nem conceituar a competição? Bah!

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