27 dezembro 2013

GANHAR OU GANHAR
 “Programado para vencer, o Brasil não está preparado para tropeçar, seja no campo ou socialmente”.  (Autor Próximo) alerme@ig.com.br
         
     A grande quantidade de decretos e MP´s tende a crescer já no início do novo ano. O atraso das obras não será tolerado, razão pela qual, o papel vai explicar tudo, principalmente  o atropelo na liberação de recursos. Interessante como não vemos nem ouvimos, as pessoas gritando por hospitais, escolas e a forma pacífica como aguentam privatizações, feitas como maquiagem, para a entrega de bens públicos para estrangeiros.
     Este desconforto que anestesia o pensamento coletivo é a base que mantém todos os movimentos, como se fossem gerenciamento governamental. Fora deste contexto é tudo com o futebol e medalhas olímpicas. Notaremos, durante o ano todas as privatizações feitas, como sendo um trunfo. É interessante como uma privatização de 51% para quem adquire e administra, contra 49% de controle é rapidamente transformada em domínio brasileiro.
     A nossa seleção nacional é uma bandeira aberta, onde todos os olhos refletem o que todos querem: ganhar a Copa. Dentro da seleção o time já veio fechado. Só precisa saber quem dos marcados, vão estar na lista. Muda tudo na vida de um jogador, ser e estar, na relação entre os convocados. Neste ínterim, os times vão disputar regionais e outras cositas más. Agora o povo já torce para a canarinho, quando terminar tudo, volta a se apaixonar pelo seu time do coração.
     Que tudo funcione como o planejado. Erros dos profissionais do campo serão tragédias. As incompetências fora dali, ninguém vai querer notar.  
     Neste entremeio aparece uma seleção de handebol campeã mundial. Ninguém sabia que existia, mas depois se soube que gastou coisa de milhões. Vai adiante? O título exigia gastar o que já foi? Poucos saberão. .
    Não há indício que tudo que for gasto daqui para 2016, receba a devida atenção, mas seguramente não faltarão eleições.


*     "Na janela o ano não muda, e na sala, a palavra é muda”. Sem beijos.
*     Feliz 2014 a todos os nossos leitores e para suas familiares, e a todos com quem tivemos o prazer de interagir em 2013.
*     Os negócios, apesar das dívidas dos clubes, não cessam. O futebol tem a seu favor, uma suspeita já rastreada, de que é um excelente lugar para lavar dinheiro. Não significa que todas transações sejam assim.
*      O tapetão entregou a divisão especial para o Fluminense e fechou a conta. Este TSJD serve exatamente para isso. A Portuguesa está rebaixada. É muito balaio para pouco ovo
*     O tribunal é uma caminha bem arejada e sem babá. Não fazem justiça, se a causa for contra os grandes clubes (muitos eleitores, muitos torcedores). Caso houvesse um regulamento bem feito e sem a prepotência dos julgadores, nem precisava existir.
*     A cidade está assustada com a falta de energia elétrica e a falta de segurança. Pegam qualquer um de surpresa.
*     O País não fecha em 2014. Ainda vem 2016. Os votos já foram programados, assim como obrigação de votar. Estaremos todos torcendo para que não existam mais canetaços, o que será extremamente impossível. O Governo e seus aliados não perderão esta chance.
*     Clubes que construíram ou reformaram seus estádios terão uma vida curta, se dependerem das construtoras. Quem assinou como fiduciário no BNDES, perde o sono.
*     Um drible dado no pré-natal, livrou os pelotenses de uma greve de transportes. Sei lá como, o fato é que funcionou, até agora.
*     O handebol feminino brasileiro luta para ter visibilidade. Mas a gaúcha e novo hamburguesa, Bárbara Arenhart é a melhor goleira do mundial disputado na Sérvia. Eita, pedacinho de chão para germinar  campões. Vira e mexe lá está um gaúcho (a) reconhecido pelo mundo.
*      O Grêmio/POA está de cofre raspado. Tanto que está completando o time do Inter para a Libertadores. Nunca foi tão fácil.
*     Algumas medalhas já são grandes possibilidades, para 2016. O Handebol saiu do casulo, o Judô, Ginástica Artística Masculina e feminina, o futebol feminino são pules bem cotadas.
*     Fábio Koff vai contratar a Bárbara Arenhart para o lugar do Dida. Falta apenas reduzir seu salário. Não queria estar na pele do presidente!


 

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